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Os doces de Natal

  Por José Jorge Letria. IN, "O Livro de Natal" Os doces de Natal Já se encontra a mesa posta com sonhos e azevias, bolo-rei e coscorões e muitas outras iguarias. Com os doces vêm afetos, mas convém não  abusar, porque quem os come a mais vai pela certa engordar. Os doces são  a ternura que hoje aqui se partilha e quem à mesa se senta não pode ser uma ilha. Broas, fatias douradas são a melhor companhia para dar aos versos rimas da mais doce poesia. E até o avô João, que costuma ter cautela, vai abrir uma exceção com bolinhos de canela.

Pepita e a Flor de Natal

Diz a lenda, que uma menina chamada Pepita, sendo pobre, não podia oferecer um presente merecedor ao Menino Jesus, na missa de Natal. Muito triste, contou o facto ao seu primo Pedro, que ia com ela a caminho da igreja. Ele disse-lhe que para Jesus, o que interessava era o amor posto na oferenda. Pepita lembrou-se então de apanhar alguns troncos com folhas e flores secas, que ia encontrando pelo caminho, para LHE oferecer. Quando chegou à igreja, Pepita olhou para o seu ramo e começou a chorar, pois achou que a sua oferenda era muito pobre. Mesmo assim, decide oferecê-la com todo o seu amor. Limpou as lágrimas, entrou na igreja e colocou o seu ramo em frente da imagem do Menino Jesus.  Nesse mesmo momento, o ramo adquire uma cor vermelha brilhante, transformando-se numa linda flor semelhante a uma estrela, perante o espanto de toda a congregação presente. Este facto foi considerado por todos, o milagre daquele Natal.